A “chapinha” de pré-candidatos a deputado federal da oposição será formada, se acontecer, pelas três meninas superpoderosas e um “bendito é o fruto”. Elas são Charlene Lima, do PTB, Rosana Nascimento, do PPS, e Vanda Milani, do Solidariedade. O “bendito é o fruto” seria o ex-deputado estadual Jamil Asfury, do PSC, único homem com chances no meio delas. A mulher de Jamyl, Sandra, entrará na disputa mais para estadual, onde as alianças serão outras. A junção desses partidos depende de pouca conversa em razão das costuras virem acontecendo há tempo. A decisão de montar uma chapa de federal separada da aliança onde vão estar MDB, PP, PR e PSD não teria agradado muito aos pajés da oposição, mas a iniciativa parece solidificada, ou seja: sem volta.

Há quem defenda que as duas chapas de federal é melhor para o pré-candidato a governador, Gladson Cameli (PP), que teria mais candidatos a federal pedindo votos para ele com suas estruturas, mas há aqueles que pensam o seguinte: isso pode ser um desastre, uma vez que a chapinha correria risco de não eleger ninguém e a “chapona” elegeria no máximo três, dando as outras cinco vagas para a Frente Popular. O que tem quase convencido muitos é que a “chapinha” não terá apenas esses quatro com chances, mas que estas chapas serão montadas com muitos outros pré-candidatos, aqueles sem, chance de vencer mas que ajudam na legenda. “Vamos ter muitos candidatos a deputado federal. Não vai ser só elas e o Asfury. Nós podemos, inclusive, eleger é dois nessa chapinha”,.