O piso salarial acreano está abaixo de R$ 1 mil, portanto, um dos piores do Brasil. Em primeiro lugar está o piso de São Paulo, que é de R$ 1,3 mil. A informação foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base nos dados do Salariômetro da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O levantamento é baseado nas readequações salariais de trabalhadores brasileiros. Em fevereiro, os reajustes foram de 2,5%, na média, superando em apenas 0,6 ponto porcentual o INPC de 1,9% acumulado em 12 meses. Isso é efeito da queda do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais utilizado nos ajustes salariais.

Em janeiro, publicou o jornal Estado de São Paulo, o reajuste médio foi de 3%, mais 0,9 ponto porcentual em relação ao INPC, e, em dezembro de 2017, o reajuste foi de 3%, um ponto porcentual acima do INPC. Em fevereiro, os reajustes foram de 2,5%, na média, superando em apenas 0,6 ponto porcentual o INPC de 1,9% acumulado em 12 meses.

A pesquisa abrange milhares de negociações e contempla 47 atividades. Em apenas 4 delas (empregados domésticos, artefatos de borracha, reparação de eletroeletrônicos e confecções/vestuário) os reajustes reais medianos anuais foram superiores a 2%; em 16 atividades ficaram entre 1% e 2% reais; e em 17 atividades foram inferiores a 1%.

O piso mediano de salários no Estado de São Paulo foi de R$ 1.333,00 em fevereiro, o mais alto do País e R$ 101,00 superior ao de Santa Catarina, segundo colocado. Na maioria dos Estados, o piso oscilou entre R$ 1.000,00 e R$ 1.100,00. Em quatro unidades federativas (Paraíba, Amapá, Roraima, Acre e Rio Grande do Norte), foi inferior a R$ 1.000,00.

Veja aqui a pesquisa.

Repórter Marcelo Gomes