Fazendo parte do grupo de partidos políticos ditos pequenos dentro da Frente Popular, o Partido Humanista da Solidariedade (PHS), no Acre, é um dos que mais tem crescido e para as próximas eleições os dirigentes da sigla vêm trabalhando muito para formar uma chapa forte e competitiva visando uma das cadeiras da Aleac.

Entre os nomes que disputarão o pleito eleitoral deste ano, o PHS apresentou na última terça-feira, 27, o empresário e pecuarista Kilson Ribeiro. Membro de umas das mais tradicionais famílias de Senador Guiomard, o jovem empresário acredita que uma das saídas para o desenvolvimento do Estado e a geração de emprego e renda é o agronegócio.

O jovem empresário é neto de um dos grandes pecuaristas do Acre, o empresário Osvaldo Ribeiro. Kilson Ribeiro atua no ramo de compra e venda de gado de corte destinados ao frigorífico da família, além da atividade pecuária seguindo o mesmo legado do pai e do avô. A ideia de enveredar pelo caminho da política é por acreditar que o estado do Acre pode se tornar mais produtivo e mais forte economicamente fortalecendo ainda mais as cadeias produtivas da agricultura e pecuária, setores que mais cresce em todo país.

“O agronegócio sem dúvida é o setor de negócio mais importante desse país e o que mais cresce. Precisamos da agricultura e da pecuária mais forte em nosso estado. O Acre tem potencial e já deu demonstrações disso. Este setor gera 37% dos empregos no nosso país e representa 42% das exportações brasileiras”, justificou Kilson Ribeiro, salientando ainda que: “Por meio do agronegócio, em pouco tempo, podemos colocar o Acre como um dos mais forte da região Norte”.

De acordo com o presidente do PHS, Manoel Roque, o partido está trabalhando e se estruturando na expansão da sigla no Acre, visando alçar voos ainda mais altos no âmbito da política acreana.

“O PHS no Acre tem se estruturado e estamos trabalhando duro para que nas próximas eleições estejamos entre os grandes da política acreana. Acredito no potencial de nossos candidatos e com certeza surpreenderemos muita gente que ainda não acredita em nossa força”, comentou Roque.